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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Steampunk

Voltando aos anos 80... 1880!!!!!


Com a crescente aparição de livros, quadrinhos, animações, filmes e sites dedicados a divulgação do gênero SteamPunk, faz-se necessária a existência de uma referência em língua portuguesa, não só para agregar todo o conteúdo produzido fora do Brasil a respeito da Era Vitoriana, mas também para divulgar o movimento no país, reavivando assim a memória brasileira. SteamPunk.É um sub-gênero da Ficção Científica passado em uma realidade alternativa cuja proposta estética remete ao Século XIX, como se a Era Vitoriana tivesse sido de tal forma bem sucedida que seus costumes, tecnologia e cultura tivessem perdurado por muito mais do que de fato perduraram. O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época Nesta realidade retrofuturista, conquistas magníficas foram alcançadas pela tecnologia graças a constantes Físicas que favorecem a eficiência da mecânica e o poder da eletricidade em dar origem a máquinas capazes do impensável. (Diga-se de passagem o Nautilus, de 20.000 Léguas Submarinas e também aparece no em “A Liga Extraordin) Sim,isso Funciona de Verdade!!!!!

Quem quer tocar????

conta da banda larga
sim!!!

O fascínio pelo progresso tecnológico e por tudo que o Homem alcançou, contudo, convive com uma ignorada, mas constante degradação ambiental, profundas diferenças sociais e com a iminência da desgraça que vai se tornando cada vez mais difícil de ser evitada. Uma Distopia travestida de Utopia, a sociedade retratada no gênero Steampunk é uma caricatura do mundo em que vivemos, onde a tecnologia convive grotesca e intrusivamente com os interesses sociais, interrompendo a passagem com os trilhos de um progresso desmedido e tortuoso, mal planejado e orientado por motivações que têm muito menos relação com as necessidades humanas que com interesses corporativos. A origem do termo SteamPunk é recente, tendo surgido em meados da década de 80, quando Kevin Wayne Jeter tentava rotular seus trabalhos e os de seus colegas escritores Tim Powers e James Blaylock, que escreveram uma série de romances entre 1979 e 1986 cuja característica mais marcante eram as histórias de Ficção Científica passada na época Vitoriana (1837-1901), com tecnologia “retrô” e claras influências em clássicos da literatura de Ficção Científica. A ficção steampunk se foca mais sobre a tecnologia real, teórica ou cinemática da era vitoriana, inclusive motores a vapor, aparelhos mecânico, e motores de diferença. Apesar de muitas obras steampunk serem ambientadas em cenários vitorianos, o gênero tem se expandido até para cenários medievais e geralmente passeia pelos domínios do terror e da fantasia. Várias sociedades secretas e teorias conspiratórias são geralmente apresentadas, e alguns steampunks incluem elementos significativos de fantasia. Além disso, há frequentemente influências lovecraftianas, ocultistas e góticas. Constantes inspirações no gênero SteamPunk, os romances de Ficção Científica do século XIX, como “20.000 Léguas Submarinas” e “Da Terra à Lua”,Volta ao Mundo em 80 Dias” de Julio Verne; “A Máquina do Tempo” e “Guerra dos Mundos”, de H. G. Wells; “Frankenstein”, de Mary Shelley; e “A Connecticut Yankee in King Arthur’s Court”( Um Yankee de Connecticut na Corte do Rei Arthur, deve ser muito interessante!), de Mark Twain, não escapam, hoje, de ser associados ao novo gênero. Esta resignificação dos subgêneros da Ficção Científica se estende a várias mídias, incluindo o Cinema e, quem aprecia a cultura SteamPunk, começa a identificar a estética do novo gênero – seja ela intencional ou não – em filmes como “Metropolis”, “1984″, “Brazil – o Filme”, “Delicatessen”, “Jovem Sherlock Holmes”, “De Volta para o Futuro”, “A Cidade das Crianças Perdidas”, “As Aventuras do Barão de Munchausen( um cara muito mentiroso por sinal...)”, “Wild West”, “Pacto dos Lobos”, “SteamBoy”, “O Cavaleiro sem Cabeça”, “Liga Extraordinária”, “Van Hensing”, “Hellboy”, “O Grande Truque”, “A Bússola Dourada”, “As Incríveis Aventuras de James West” e tantos outros.



Tal é a popularidade da cultura St
eamPunk que é possível identificar e classificar diferentes sub-categorias, determinadas a produção de subjetividade que façam diferentes cortes do gênero, sejam eles Históricos, e que façam uso de personagens, locações e fatos – fictícios ou não – que tiveram lugar no passado; de Fantasia, que se passem em realidades completamente alternativas ou em um futuro norteado pelo desenvolvimento da cultura SteamPunk; ou Variantes do Conceito, que misturam gêneros, tempos, personagens, alienígenas e planetas de forma a torná-los peças que tenham como fim contar uma história sem compromisso com linhas de tempo ou com abordagens clássicas. Com sua estética por vezes bela, por vezes inusitada e por vezes grotesca, o SteamPunk conquistou o público Goth, Cyber, Industrial e Punk sem dificuldade, bem como todos os que apreciam a riqueza de detalhes que é fruto da colisão entre a tecnologia moderna e os recursos e a estética Vitoriana, repleta de Bronze, Couro, Cobre, Pano, Vapor e Eletricidade. Falando em pano, pode se dizer que a moda SteamPunk chega a ser bem interessante,para quem já aprecia o gótico, tente colocar em suas roupas armações de arame, engrenagens, combinado com renda, óculos de aviador, cartolas, relógios,fivelas, argolas e todo tipo de Modernidades Vitorianas. Pode-se arranjar muitos desses acessórios em relojoarias, brechós,lugares que vendam coisas usadas, acrescente criatividade e voilà! Temos um novo membro Steampunk.



Lady Aradya, que também customiza suas roupas e faz acesorios Steampunk...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Depois de muito trabalho... Um pouco de moda...
Um pouco de Lolita....
Gothic Lolita ou "GothLoli" (ゴスロリ, gosurori) é uma moda urbana japonesa popular entre adolescentes e jovens adultas (e por vezes pessoas do sexo masculino), que vestem roupas de inspiradas, em sua maioria, pela moda
vitoriana, rococó ou edwardiana e freqüentemente tentam imitar a aparência de bonecas de porcelana ou princesas. A origem do gosurori é uma combinação da moda lolita – que envolve tentar parecer ‘fofa’ ou meiga a ponto de parecer infantil – e certas características da moda gotica.



O estilo floresceu nos idos de 1997/1998 e se tornou um estilo bem estabelecido, com suas próprias grifes, disponível em diversas boutiques, e até mesmo em algumas grandes lojas de departamentos a partir de 2001. Alguns consideram o gosurori como uma resposta ao movimento Kogal, tido pelas lolitas como “vulgar”, já que envolve exposição do corpo e sensualidade. No entanto, o gothic lolita talvez não possa ser considerado como uma subcultura propriamente dita já que não existe uma ideologia ou um credo comum a todas, um padrão de comportamento, nem música ou arte específicas a serem apreciadas - mas acima de tudo lolitas não são criaturas necessariamente grupais, que buscam socializar com outras lolitas. Sendo assim individualistas, não há como classificá-las como uma tribo urbana.



Mana, o líder da extinta banda de visual kei Malice Mizer, é creditado como tendo ajudado a popularizar o Gothic Lolita. Ele criou os termos “Elegant Gothic Lolita” (EGL) e “Elegant Gothic Aristocrat” (EGA) para descrever as peças de sua própria grife Moi-même-Moitié, fundada em 1999 – que rapidamente se estabeleceu como uma das marcas mais desejadas da cena Gothic Lolita. No ocidente, o termo "EGL" diversas vezes é tratado como se abrangesse toda a moda Lolita, ou como se fosse um sinônimo de "Gothic Lolita". "EGL" na verdade refere-se somente à linha de roupas da grife Moi-même-Moitié que leva este nome - e que é formada por roupas Lolita.
Futuramente darei detalhes mais aprofundados sobre os estilos!

Vamos a alguns subgêneros:


Aristocrat Lolita

Entre os varios estilos, esse é o estilo mais maduro. Tem mais relação com o estilo Gótico Romântico ocidental. Nas roupas são usadas menos estampas, laços,babados e afins. As saias são , em geral, mais longas. Usa-se também os famosos espartilhos de todos os estilos. Há também fraques ajustados, camisas com babados, cartolas e véus.




O estilo clássico, que remete à moda vitoriana e rococó original. As cores utilizadas são tons de bege, vinho, verde-escuro, marfim. Há também as estampas florais (maldosamente chamadas de estampa de sofá) muito lindos com um ar vintage. É o mais indicado para maiores, tem um ar mais adulto e delicadíssimo ao mesmo tempo.



O estilo dito "fofo", que usa cores como tons em rosa, verde claro, azul bebê, amarelo claro, pêssego. As estampas, quando utilizadas, são de coisas pequenas e consideradas "bonitinhas", como frutas, flores e até animais, notas musicais e afins. Geralmente Muito rosa... É o que tem a aparência mais infantil.




Uma subdivisão do sweet lolita, baseada em xadrez, quadriculado e estampas florais mais coloridas, além de frutas. O acessório mais comum é o minichapéu de palha.Tudo que tiver um ar pastoril, como cestinhas e flores.
ShiroLolita

Considerada por alguns subdivisão do sweet lolita ( shiro é branco em japonês), as shilolitas são lolitas que se vestem apenas de branco.

KuroLolita



( Kuro é negro em japonês ) também considerada subdivisão do sweet lolita por algumas pessoas, outros a vêem simplesmente como qualquer lolita vestida somente de preto. Há a influencia do goticismo nesse modo de vestir.

Punk Lolita A mistura da moda punk com a moda lolita. São bastante utilizadas sobreposições, xadrez, listras, e estampas. Os acessórios mais comuns incluem caveiras, coroas, minicartolas e boinas.


As guro lolitas (termo japonês que corresponde à grotesque lolita) são lolitas que usam bandagens, sangue falso e afins, o que pode dar um ar de boneca quebrada à lolita "comum".

Gothic Lolita A mistura do "gótico" com a moda lolita. As cores utilizadas são preto, azul escuro e até mesmo vermelho. Devemos ressaltar que as gothic lolitas não tem conexão nenhuma com a tribo gótica e nem com Goth Rock. Notem que a maquiagem usada é sempre suave.Mas isso não significa que elas não ouçam musicas do gênero.



(Ero - erótico; Loli - abreviação de lolita) - mistura o sexy antiquado, sem exageros, com o lolita. Muitas vezes utiliza corsets e outros elementos típicos de roupas íntimas vitorianas, como bloomers (a típica calçola da vovó, a Chiquinha de Chaves usa ^^), petticoats (saias de tule, filó ou tecido, vulgo anágua) e calcinhas grandes com babados. As saias costumam ser mais curtas do que o normal, que no caso é no joelho ou abaixo dele. Utiliza-se também cinta-liga com meia 7/8, coroas e até armações de metal no lugar da saia.

Wa Lolita (ou Waloli)

O estilo é baseado na combinação entre acessórios japoneses,mais baseado no antigos quimonos e a moda Lolita. O nome se refere ao Japão pela antiga palavra "che" (和 ou 倭), que significa a "Mesma Nação","Terra de (Wa)", que é terra da harmonia.

A variante Qi Lolita (pronunciada "ci-loli") é um dos poucos estilos comuns da moda Lolita. É similar à Wa lolita, desde que incorpora acessórios tradicionais. E é em fato a combinação de elementos tradicionais chineses e o estilo Lolita.

Hime Lolita Estilo que mais remete à imagem de princesas européias. Apesar de muito parecido com o Sweet Lolita, em especial pelas cores, diferencia-se pelos modelos de vestido, acessórios (coroas, tiaras, pérolas) e até mesmo pelo penteado: costuma ser alto e enfeitado com perolas coroas e flores. Usa-se cetros e coisas ligadas a realeza.
Deco Lolita
Uma mistura do estilo Decora com o Lolita. Usam-se muitos acessórios variados e coloridos como prendedores de cabelo, muitas pulseiras preferencialmente de bolinhas, estampas coloridas, sobreposições, meias. A idéia do estilo é ser tudo muito colorido. Existe uma preferência pela cor rosa, mas não existe nenhuma regra sobre a cor.

Vertentes Masculinas


São estilos que possuem uma ligação com o estilo Lolita, de fato não são "versões masculinas" mas são próximos em termo de inspirações e usuários, Ouji(príncipe) e Dandy( vitorianos de classe alta, mas sem titulo de nobreza na, com um gosto exótico, conhecidos por fazerem a moda da época.) são eles. Embora as roupas sejam em estilo masculino também inspiradas em estilo Rococó e Vitorianas, muitas garotas também usam esses trajes, indiferente da sexualidade e preconceito. Diversas pessoas chamam "ouji" de "kodona".